De sinônimo de perfeição para fardo humano: EDUCAÇÃO!

Olá pessoas! Não sei vocês, mas eu ando tão descontente com o mundo atual. Sonho cada dia com uma mudança drástica na forma de pensar, agir, viver! Pois por mais falho que seja o pensamento humano, ainda acredito em nós, mas, ultimamente não acredito como a evolução tecnológica transformou o cotidiano dos seres “pensantes”. Estamos cada vez mais MAL EDUCADOS, digo em alto e bom tom porque além de sermos e vermos nossos filhos/primos/sobrinhos sendo educados pelos meios digitais – sim, eu sei, é inevitável em pleno 2014 não se utilizar ao menos um smartphone (mesmo considerando pífia a utilização por uma criança de 3 anos) – somos todos controláveis e controlados por níveis absurdos de tecnologia, mas, em contrapartida, a nova digital life em que nos encontramos, despertou diversos conflitos – internos (o eu para o eu) e externos (o eu para os outros) – que podemos perceber no dia a dia. Quer um exemplo? Bom dia! Pra quantas pessoas você deseja um dia produtivo? Sua mãe, seu pai, namorado (a)? Ótimo! Mas e para o carteiro? O porteiro? A empregada doméstica? Não?! Pois é, não se sinta mal, já sabíamos que isso iria acontecer, e como parâmetro, basta saber que a reciproca é verdadeira, o mais legal é, que, se você, assim como eu, se atrever a dar um simples bom dia! para um cobrador do ônibus – já tive essa experiência com pelo menos 8 cobradores da linha que utilizo para ir ao trabalho –, o mesmo olhará espantado, não pela gentileza, mas sim, pelo tempo perdido em não ultrapassar a catraca e atrasar a pessoa que está atrás, fazendo com que as pessoas que se esmagam na frente do ônibus para entrar sintam-se lesadas, desencadeando um estresse diário. É um revés tão absurdo em que a educação passa de adjetivo, para fardo, ofensa. Carregar a educação para si às vezes se torna insuportável, jogar o lixo no lixo, respeitar assentos preferenciais são abafados pelo imenso desejo egoísta e egocêntrico de ser o destaque da própria vida. E com isso, aglomeram-se em celulares e tablets, olhando sempre à frente das dez polegadas do entretenimento fugaz que os apps hoje proporcionam, enquanto sua vida passa diante dos seus olhos e aquela senhora está em pé, aquele lixo está jogado no chão, aquele esbarrão sem querer pode lhe custar caro – um celular novo! – afinal, educação é um fardo, lembre-se disso! É triste, chegando a ser revoltante ver pessoas atacando pessoas por não aceitarem as diferenças – culturais, religiosas, políticas, musicais, etc. – como se o ser diferente soasse como uma forma de não-educação. O que está acontecendo? O que pensariam nossos pais se as nossas atitudes fossem colocadas à vista de todos? Será que não daria nem um pouquinho de vergonha? Não está na hora de planejar um mundo de tolerância para nossos descendentes? Parar de julgar o que a pessoa vive, sente, é! Respirar um ar de satisfação em saber que seu espaço é tão igual ao do outro? Menos “telas”, mais olhos, menos fones, mais conversas, e, acima de tudo, fica aqui um pedido de socorro àquela tão esquecida nos dias de hoje, MAIS EDUCAÇÃO, em pitadas, em gotas, em frascos, em corrente sanguínea, em essência, minha, sua, nossa, enfim!!

Lição do dia: Mexa seus músculos!

Olá! E não é que eu voltei mesmo! Estava com saudades de escrever aqui, e, segundo recomendação do médico, devo me dedicar à alguma atividade que libere energia e diminua o estresse. Bom, falando em médico, separei este post para contar um pouco da minha relação com a medicina, afinal, segundo os meus amigos eu sou hipocondríaco – e em partes, eles estão certos! – sei os nomes dos remédios por seus compostos, e não pelo nome da caixinha, sei as diversas especialidades e em que age cada medicamento, logo, acho que deveria ter feito farmácia, e não publicidade. Mas enfim, o que me fez ter ânimo para escrever foi a grandiosa bronca que levei de um médico. Hoje, acordei pela manhã e notei que minha mão esquerda – que já estava doendo dias atrás – estava inchada, e, claro, resolvi ir ao hospital passar no ortopedista com uma suspeita de que a LER ou a TENDINITE estavam a me perturbar. E lá fui; após enfrentar praticamente 1 (uma) hora de trânsito na nossa querida Santo André – detalhe: Foram pelo menos trinta e cinco minutos para sair do meu bairro – fui sentado no ônibus quase dormindo – guarde bem esta palavra, dormir – a falta de movimentação do ônibus estava me dando um desconforto absurdo, quase um pânico interno, uma vontade de eu mesmo abrir o caminho e acelerar o mais rápido possível, mas, preferi ficar quietinho enquanto me entretinha com o famoso jogo dos docinhos coloridos, e, após esta hora, lá fui eu pegando o trólebus e chegando ao hospital levemente – tá, confesso, EXTREMAMENTE – fadigado entrei, preenchi a ficha, toda burocracia e pronto, lá estava eu orgulhoso por em breve ser atendido, e por saber exatamente o que causava as minhas dores tão perturbadoras. Ao longe, ouço um “Danilo FATTÓRI”, como sempre, ninguém acerta meu sobrenome, mas mesmo assim esbocei um leve sorriso ao doutor e entrei no consultório, e ele me pergunta o que te dói, sem querer parecer antipático, ia soltar uma piadinha do tipo além da minha conta bancária, mas, resolvi não quebrar o gelo tão de repente, soltei um leve ‘ah, doutor, são algumas dores’, explicando e mostrando a mão inchada, o ombro dormente, a virilha dolorida e a coluna torta, e logo de cara ouvi um “MEU FILHO TEM A SUA IDADE E O DOBRO DO SEU TAMANHO”, e confesso, aquilo passou a se tornar algo realmente incômodo. Dito isso, com toda a delicadeza de um médico – vocês sabem como é né – veio, apertou exatamente onde minha mão doía e disse o famoso ‘DÓI AQUI’; não podendo estapear a fuça dele soltei um sim quase que engasgado na garganta, e isso se repetiu algumas vezes no ombro, nas costas e na virilha. Poxa, pensei eu, estou ficando velho realmente! Tantas dores numa pessoa de apenas 27 anos. E lá fui eu para o raio-X, voltei ao balcão e ouvi da moça da recepção: – O senhor sabe chegar até lá? E novamente me senti incomodado, primeiro porque realmente não sabia chegar ao raio-X de tanto que mudaram a planta daquele hospital, e outra, passara agora a ser chamado de senhor, um senhor praticamente reumático – #sesentindoaDonaNeves – e, novamente, com um sorriso estampado segui no corredor, e depois de ter me perdido duas vezes, avistei a saleta, coloquei minha ficha e sentei para aguardar. Ouvindo novamente o ‘SENHOR DANILO FATTÓRI’ entrei com um sorriso amarelo – cheio de dores – e logo fui radiografado. Voltando a falar com o médico, agora bem menos simpático, percebi que ou iria levar uma bronca daquelas, ou algo muito grave estava acontecendo, e, pelo andar da carruagem, temia ambos. E lá foi ele perguntando de novo: ‘Você não faz nenhuma atividade física mesmo não é?’, respondi com aquela cara de bunda, ah, caminhada na volta do trabalho vale? Recebi aquela resposta sucinta – NÃO! – e logo fechei a fuça, aguardando o veredicto dessa sentença que eu mesmo cultivei. ‘Então, senhor Danilo, os ossos estão ok, afinal, você não tem nem 30 ainda, mas em compensação os seus músculos precisam de um carinho especial, eles estão fadigados, atrofiados, em outras palavras, O SENHOR É UM SEDENTÁRIO! Precisa de atividade física, precisa fazer alguma coisa para deixar os músculos mais fortes, e prevenir outras lesões, imagine se esse quadro evoluir para uma tendinite – me senti realmente decepcionado, pois a dor era tanta que nunca ia desconfiar de incomodo muscular – trate de se cuidar, dormir direito, e já que tocamos neste assunto, você vê a sua coluna aqui no raio-X, viu como ela é curvada? Melhore sua postura, e, perca um pouco de barriga – AH NÃO! Primeiro sedentário, agora pançudo, esse doutor está me tirando! – mas não é por estética, note que o final da sua coluna enverga para a frente, logo estando com barriga, você acaba por trazer ainda mais a coluna para a frente, e com isso você sente as tais dores, então, alimentação e exercícios meu rapaz! Ufa, voltei a ser rapaz, mas não durou muito não, ele me bronqueou mais uma vez: ‘Vou lhe falar que só passar remédios não irá adiantar, vai passar, vai, mas na outra semana, se não houver cuidado, volta tudo outra vez, músculo não é algo que se combate com remédios, porque é você contra você mesmo! Saí de lá um pouco puto pelas broncas, afinal, não faço nada para forçar os meus músculos, mas confesso que muitas das vezes que eu me predispus a fazer alguma coisa antissedentária, a minha preguiça gritou mais alto! Logo, reabro meu diário pessoal com a certeza de que no ano que vem, após esta bronca, o sedentarismo será algo do passado, e o meu projeto verão 2055 começa a partir de janeiro! Como diria a minha amiga de trabalho, o ‘garoto estragadinho’, nunca mais!

Autorreflexão

Hoje durmo mais triste, triste com meu eu, triste com chamas que não consegui manter acesas, coisas que perdi a esperança em mim mesmo, estou na fase da autorreflexão.

Sei que devemos preservar nosso jeito, que às vezes é melhor medir as palavras e fazer com que elas sejam silenciadas pelo tempo, mas não sou assim, não meço as consequências de meus atos, peco sim pelo excesso, mas sempre pela verdade, sou humilde, sincero e verdadeiro, a cada passo que dou, há uma reflexão embutida.

Penso muito a frente do meu tempo, sou flexível em relação a vários assuntos, sou ingênuo, sou maduro, sou criança, sou mutável, sou imutável, sou variante de mim mesmo, sou meu x e meu y, sou o quociente do meu eu interior, sei que dessa vida não levarei mais do que momentos e memórias, faço dessa filosofia meu padrão de vida, pois sei que amanhã será apenas mais um dia. Já cansei de me perder em sonhos e ilusões, de fazer rodeios em relação a quem sou e quem devo ser, já cansei de tentar entender que a vida tem um manual a ser seguido, cansei de fazer planos, planejamentos, esquemas e de tentar desenhar nessa folha em branco que foi nos dada. Cansei de tentar fazer tudo dar certo, mesmo não estando satisfeito, coloco os desejos das outras pessoas na frente, de dizer sim quando dentro de mim o não prevalece gritando, e eu, na minha total imaturidade e na total positividade, ter dentro de mim o bloqueio de dizer não. Sei que não é aqui no blog que as mudanças acontecerão, sei que não é por meio de palavras escritas num diário que a vida muda e se manifesta, mas sim através do cara a cara, enfrentar os medos de prontidão, enfrentar e entender que na vida, o não também é um aprendizado e um significado, uma porta fechada pode representar uma nova janela futuramente, e que, se soubermos como cultivar as coisas, mais coisas virão.

Hoje me pego bloqueado num abismo que criei a mim mesmo, sinto que me condicionei a ter a boca fechada e dar lindos saltos em torno de mim mesmo, quando sei que meu comodismo me impede de evoluir, me impede de ser quem sou, não são as pessoas que me cercam, sou eu mesmo, perdido em sentimentos confusos e dependentes, hoje sei que sofro em silêncio e sozinho, por que eu me condicionei a isso, tenho que contar comigo mesmo, tento fazer com que as pessoas não sofram, que sejam sempre confortadas e felizes junto a mim, sem me importar em saber se estou feliz de verdade. A felicidade é algo relativo, é camaleônica, pode ser moldada por sorrisos falsos e atitudes que expressam algo coletivo, mas que na verdade são o ‘eu’ espremido ou sofrimento reprimido. Não é culpa de ninguém, não é alguém que me causou isso, quero deixar bem claro, não vistam carapuças, vocês que estão comigo, ao meu redor são o que me motivam a seguir em frente, mas sinto que ainda não achei meu caminho, e me forço a tentar ter um caminho que sei que não é mais o meu, por isso estou num casulo, esperando surgir uma nova e bela borboleta em minha vida, o chamado sucesso e realização pessoal! Sim, eu vou conseguir, vou aprender a não ser feito de bobo e não fazer ninguém de bobo, a ser maduro nas minhas decisões e fazer acontecer naturalmente! Vou seguir o caminho da autorrealização, será difícil, será árduo, mas se fizer isso sem fazer ninguém – e nem meu eu – sofrer, sei que estarei realizado. Sucesso, é algo que é atrelado ao momento, e se a vida é feita de momentos e memórias, alegrias são as memória guardada no íntimo, então, juntarei a partir de hoje sucesso e alegria, indiferente de ter que dizer não! Não vou me forçar a dizer sim sempre, e caberá às pessoas entenderem e respeitarem!

Temo meu futuro, quando não consigo resolver meu presente…

Walking by myself

Mas afinal, o que levamos desse mundo?

Olá para vocês! Quanto tempo não é mesmo? Agora que estou no final das minhas férias que resolvi fazer uma postagem!
Eu sei, deveria escrever mais, mas sinto que os textos verdadeiros surgem quando estou nos extremos, ou muito animado ou extremamente decepcionado, no caso dessa postagem, os dois, por um lado estou totalmente feliz com minha vida amorosa, minhas amizades, minhas composições que estão fluindo novamente, meu trabalho, meus estudos, mas infelizmente sinto uma tristeza enorme pela situação em  que vivemos, não, não farei um ‘post’ político, nem tomarei partido algum como referencial, mas além de perceber o rumo absurdo em que o País está vivendo e estarmos todos de braços cruzados, ou melhor, dançando o “tchu-tcha-tcha” ou qualquer outra monossílaba que alienam e deixam as pessoas cada vez mais abobalhadas a ponto de esquecerem e relevarem fatos que chocam não só a sociedade, mas também que interferem na vida de cada um de nós, e é por isso que venho me questionando, MAS AFINAL, O QUE LEVAMOS DESSE MUNDO? O que você, leitor do blog, acha que você levará quando chegar a hora de partir? O que mais vale, já que vivemos numa sociedade onde o dinheiro é a chave para todas as portas, que faz com que tenhamos menos momentos juntos com quem amamos e mais tempo com quem nos vê como números, ou fazendo com que alguns sejam números para nós mesmos, claro que sem o trabalho as pessoas pirariam, a sociedade entraria em colapso, a busca pelo sustento seria violenta, mas, se formos pensar por este lado, já não vivemos assim? O que é o tráfico na sociedade? Nada mais é do que o incentivo ao roubo, à violência como forma de ganho fácil, porque essas pessoas não querem ser números dos outros, não querem trabalhar dias seguidos para ganhar o sustento, é mais fácil pegar o que não lhes pertence e ‘queimar’  por uma pedra que rapidamente se dissolve junto com todos os problemas, problemas esses que a sociedade não enxerga, e quem vive disso se dá bem! Compra carros que nós, os números, gostaríamos de comprar, compram casas, “alugam” mulheres, enfim, este é um ponto que me deixa frustrado com a total falta de conscientização humanitária. Mas, afinal, o que levamos desse mundo? Um sorriso? Um abraço apertado? Um momento que por hora nos volta à memória e nos faz refletir e esboçar um instante de felicidade? As amizades que conquistamos? Os inimigos que perdoamos, ou mesmo os que nos perdoaram? Uma tarde de sol? Se eu pudesse resumir em uma só palavra (agora escrita bem feia segundo a nova ortografia) o que simbolizaria a minha passagem por aqui seria a busca pela AUTOSSATISFAÇÃO. Já dizia Maslow, o homem busca em todos os pilares a satisfação plena, e com isso passa por todos os estágios para chegar lá, mas sempre desce degraus, fazendo com que o chegar na plenitude seja sempre uma busca inalcançável, então cabe a nós mesmos buscar aquilo que nos dá alegria, trazer para nossa vida momentos e memórias (aquela filosofia que prometi a mim mesmo cumprir quando iniciou o ano), preservar aquilo que mais temos em nossos corações, a vontade de fazer o bem, a vontade de sorrir, a vontade de viver seguro e passar segurança aos que vivem conosco, infelizmente aprendemos a viver num mundo utópico, mas devemos fazer da fantasia a realidade, para que nossas gerações carreguem para o “mundo deles” algo que conseguimos conquistar enquanto seres pensantes, a nossa LIBERDADE!

Solidão, o meu maior medo…

Olá! Quantas saudades! Preciso começar a usar essa minha válvula de escape mais vezes!

Hoje, vou falar novamente de algo que me preocupa muito, que me deixa sempre pensando e matutando, um dos sentimentos mais dolorosos e impiedosos de todo o ser humano, a SOLIDÃO!
Dentre todos os meus medos (e são muitos), considero a solidão o mais venenoso, o mais audaz – porque insiste em me desafiar -, é o pior numa escala de zero a dez. Tudo isso, porque sempre volto a conviver com esse maldito companheiro, sempre foi assim, quase sempre! Quando acho que estou cercado de amigos, simplesmente sou esquecido, e outros se juntam e vão em frente juntos, e eu nem sequer sou lembrado, nem ao menos para um “bom dia” ou “ah, achei o seu telefone perdido e resolvi te ligar”. Tá certo que algumas vezes também me faço de desaparecido, mas, quem me conhece bem sabe os totais motivos das minhas exclusões, algumas vezes tenho que me preservar, outras tenho que preservar quem amo. Mas, em contrapartida, tem certos dias que necessito estar só, mas não ‘só’ no sentido de ‘ausente’, mas só, no sentido de estar pensativo comigo mesmo, analisando o meu mundo, as minhas coisas, o meu jeito. Sabe quando a gente faz uma autoanálise para descobrir o que está errado, faço isso algumas vezes e para isso preciso de poucas pessoas ao meu redor. Todos sabem do meu apego à família, todos sabem que prefiro mil vezes um dia assistindo filmes à uma balada agitada de luzes piscantes, gente fedida e música barulhenta, que prefiro gastar meu dinheiro com algo que valha a pena, do que ficar me lamentando com aquilo que deveria ter comprado, mas gastei superfluamente ou com bebidas (se bem que tem gente que não julga o gasto com a bebida algo supérfluo), ou com coisas que não era necessário. Infelizmente, algumas das pessoas que fazem me sentir solitário não pensam assim, e por isso vejo que sou excluído, sei que gostam de mim, mas como não estou na “vibe” nem na moda, não me procuram, sou apenas mais um, deixado de lado por luzes piscantes, dinheiro que escorre pelo ralo e desejos desnecessários. Ainda bem que tenho meu anjo de luz que, olha que engraçado, apesar da distância que temos, evita que eu fique sozinho, ou que me sinta assim, e tenho também minha família, que completa o meu dia e o meu jeito de ser. Sinto que escreverei posteriormente sobre saudades novamente, mas, acho que ditarei (ou melhor, digitarei) num tom nostálgico, das saudades que sentia do tempo que não me sentia SÓ…