
Olá! Quantas saudades! Preciso começar a usar essa minha válvula de escape mais vezes!
Hoje, vou falar novamente de algo que me preocupa muito, que me deixa sempre pensando e matutando, um dos sentimentos mais dolorosos e impiedosos de todo o ser humano, a SOLIDÃO!
Dentre todos os meus medos (e são muitos), considero a solidão o mais venenoso, o mais audaz – porque insiste em me desafiar -, é o pior numa escala de zero a dez. Tudo isso, porque sempre volto a conviver com esse maldito companheiro, sempre foi assim, quase sempre! Quando acho que estou cercado de amigos, simplesmente sou esquecido, e outros se juntam e vão em frente juntos, e eu nem sequer sou lembrado, nem ao menos para um “bom dia” ou “ah, achei o seu telefone perdido e resolvi te ligar”. Tá certo que algumas vezes também me faço de desaparecido, mas, quem me conhece bem sabe os totais motivos das minhas exclusões, algumas vezes tenho que me preservar, outras tenho que preservar quem amo. Mas, em contrapartida, tem certos dias que necessito estar só, mas não ‘só’ no sentido de ‘ausente’, mas só, no sentido de estar pensativo comigo mesmo, analisando o meu mundo, as minhas coisas, o meu jeito. Sabe quando a gente faz uma autoanálise para descobrir o que está errado, faço isso algumas vezes e para isso preciso de poucas pessoas ao meu redor. Todos sabem do meu apego à família, todos sabem que prefiro mil vezes um dia assistindo filmes à uma balada agitada de luzes piscantes, gente fedida e música barulhenta, que prefiro gastar meu dinheiro com algo que valha a pena, do que ficar me lamentando com aquilo que deveria ter comprado, mas gastei superfluamente ou com bebidas (se bem que tem gente que não julga o gasto com a bebida algo supérfluo), ou com coisas que não era necessário. Infelizmente, algumas das pessoas que fazem me sentir solitário não pensam assim, e por isso vejo que sou excluído, sei que gostam de mim, mas como não estou na “vibe” nem na moda, não me procuram, sou apenas mais um, deixado de lado por luzes piscantes, dinheiro que escorre pelo ralo e desejos desnecessários. Ainda bem que tenho meu anjo de luz que, olha que engraçado, apesar da distância que temos, evita que eu fique sozinho, ou que me sinta assim, e tenho também minha família, que completa o meu dia e o meu jeito de ser. Sinto que escreverei posteriormente sobre saudades novamente, mas, acho que ditarei (ou melhor, digitarei) num tom nostálgico, das saudades que sentia do tempo que não me sentia SÓ…


te ama enlouquecidamente, e que é real! Será fácil continuar feliz!



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